É engraçado como em determinadas situações eu simplismente fico sem saber sobre o que escrever... Minutos antes de escolher (finalmente) o layout dessa minha nova forma de comunicação com o mundo eu estava cheio de idéias acerca do que falar nesta tão aguardada primeira postagem (aguardada apenas por mim, mas o que não deixa de ser importante no devido momento).
Mas acabo por resolver falar do tempo, não sobre a temperatura amena e o céu cinza lá fora nesse vinte e sete de janeiro de dois mil e nove, mas sim sobre a ordem cronológica dos fatos e das mudanças deles em nossas vidas.
Como é possível uma vida ser tomada por tamanhos "marasmos e tormentas" com frequência indefinível? Como somos capazes de passar por tantas coisas na vida e mesmo assim não saber ABSOLUTAMENTE NADA sobre o que ainda está por vir? É o tipo de coisa que martela em minha vazia mente cheia o tempo todo, assim como os derradeiros desejos do homem de saber o que nos espera depois de fazermos a passagem, depois do último suspiro, ou se estamos sozinhos nesse vasto universo... mas prefiro continuar a falar do tempo, para conferir a esta postagem (assim como outras que certamente virão) uma característica mais pessoal de seu autor.
Mudar... essa é uma palavra que rege, de uma maneira ou de outra nossas vidas, e a mudança, vem com o tempo, e não só com o tempo, vem também com um determinado grupo de ações que realizamos até alcançarmos a tal mudanç... notaram que as idéias parecem vir meio desconexas? Se em algum momento até aqui você percebeu algo desse nível na postagem, é porque certamente julgará a minha mente vazia, incompleta talvez, e para você eu digo, SEJA MUITO BEM-VINDO, aqui poderá ler acerca de diversos temas só que de um jeito que certamente jamais faria parte de ti se não fossem lidas aqui. Mas se você achou tudo até então muito normal, então eu te digo, SEJA MUITO BEM-VINDO, aqui você se identificará com muitas coisas (além dos textos amenos) e notará, surpreso talvez, duas coisas:
-Primeiro, a minha mente para você parece cheia.
-Segundo, você não está sozinho aqui.
Se ela é cheia ou não? Nunca saberemos (me incluo aí)
Se você está sozinho ou não? Se depender das minhas palavras, jamais estará.
Como eu disse desde o princípio está é a maneira errada de se apresentar... mas eu, assim como muitos, acredito que é errando que se aprende, já posso até ter aprendido, mas fatalmente não saberás se eu não quiser que saibas.
E o nome? Reubem, prazer.

me senti acolhida! :)
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