sábado, 31 de janeiro de 2009

A conclusão do agora.

Hoje o dia começou ruim, sem nenhum motivo especial, na prática acordei, fiz todas aquelas coisas que sempre se faz ao acordar, fui até o computador, falei com alguns amigos, e depois de um tempo fui pra rua, peguei a rio-niterói e na volta de lá pesei o quanto eu já fui feliz nessa vida (e ainda sou!) e tudo isso foi feito com a visão maravilhosa de um céu mais parecido com um pintura meticulosamente projetada, com o carro numa velocidade de 140km/h, desmedido, de fato.

Mas todos esses elementos permitiram que a felicidade entrasse no meu ser e afagasse a minha alma, de uma maneira pouco convencional, e talvez por ser pouco convencional, foi muito mais intenso, a felicidade sai pelo poros, e gostaria de enfatizar que não aconteceu NADA EM ESPECIAL para que isso acontecesse, foi apenas a junção de uma paisagem com um pensamento, de um lado o Rio iluminado por um céu azul da cor do mar, e do outro o céu com núvens negras anunciando uma tempestade de verão.

Estou no meio do meu dia, ainda há muita coisa para acontecer, mas nesse exato momento eu quero ter uma conclusão, talvez precipitada, talvez não.

EU NÃO VALHO NADA.

Eu só quero ter essa certeza... pelo menos nesse instante. Para poder fazer o que já dizia a canção, "levei minha alma pra passear", a noite começa a chegar bela, como só ela é. Mas antes de ir vivê-la, eu complementarei a minha conclusão.

EU NÃO VALHO NADA.
SÓ VALHO PARA PESSOAS QUE VÊEM ALGUM VALOR EM NÃO VALER NADA.

Acho que agora sim ficou algo mais entendido, ou quem sabe não.

Pra mim tá ótimo.

Pra mim tá bom demais.

Fui viver.

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